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Amor Próprio: 3 passos para o conseguires

Compulsão Alimentar

Amor próprio é um conceito muito na moda (e ainda bem), mas é difícil de conseguir tê-lo e mantê-lo. Se estás a ler este artigo é porque provavelmente tens alguma dificuldade em apreciar tudo aquilo que és e em viver a tua vida e o teu corpo sem medos ou preconceitos.

Amor Próprio

O teu corpo cria-te stress, frustração e uma constante preocupação com a imagem. O tempo todo, todos os dias. Eu compreendo, eu já passei pelo mesmo.

Comecei esta jornada de verdadeiro amor próprio (em vez de aceitação\resignação) anos atrás. Inicialmente sentia imensa dificuldade em aceitar o meu corpo e achava que amá-lo seria pura e simplesmente impossível. Os meus dias eram validados pela minha aparência no espelho e esta também ditava o que comida e em que quantidades comia, independentemente da minha fome.

Se não respeitas o teu corpo e estás super focada\ preocupada com ele, isso vai afetar a tua preocupação com a comida e, consequentemente, vai impedir-te de conseguires fazer as pazes com a tua alimentação e de comer intuitivamente. Vários estudos mostram que quanto mais te preocupa com o teu corpo, pior te sentes, ampliando a necessidade de estar em dieta. Dieta esta que a longo prazo não resulta, como podes ver neste estudo.

Se estás farta de procurar o corpo perfeito (imagem essa que só existe porque algures na tua história te começaste a comparar) e se queres começar a amar o teu corpo, a trabalhar na tua saúde física e emocional e viver a vida de forma leve, este artigo é para ti.

Amor próprio: a jornada

Vou partilhar algumas das coisas que incluí no meu dia a dia para começar a amar o meu corpo e a apreciar tudo aquilo que ele é capaz de fazer. Estes 3 passos mudaram a minha vida, criando simplicidade e leveza em relação à minha imagem, sentindo-me cada vez mais confiante e segura, todos os dias.

Passo 1: Respeito

Eu sei que parece quase impossível amares o teu corpo. Daí começar com a ideia de o respeitar. Ele é a tua casa número um e tens de cuidar dela. Sem saúde, física e emocional, seremos incapazes de ter uma vida plena. Respeitar o teu corpo significa dar-lhe aquilo que ele precisa. Não é satisfazer as vozes da cabecinha, mas respeitar os sinais do corpo.

Ou seja, alimentá-lo quando sente fome, vestir roupa confortável, em vez de o esmagar nas leggings sexys mas nada práticas do gym, mover (treinar) porque te apetece e sentes necessidade de o fazer e não porque te sentes na obrigação de treinar, descansar quando estás cansada.

Na jornada para teres uma alimentação intuitiva, este é o Princípio Número 8: respeita o teu corpo.

Veja aqui para aprender mais sobre os 10 princípios fundamentais para fazer as pazes com a comida e tratar a compulsão alimentar

Passo 2: Faz uma social media detox

Somos bombardeadas com fotos do suposto ‘corpo perfeito’, desde revistas a anúncios. Vivemos com produtos para ‘modelar’ ou ‘tonificar o corpo’, tirar a ‘casca de laranja’, secar a barriga, workouts de X minutos.

Esquecemo-nos que todas essas imagens são retocadas e aperfeiçoadas. São irreais, criadas para nos sentirmos mal com a imagem natural que temos (ou tínhamos antes de começarmos o ciclo vicioso das dietas) de forma a nos venderem a solução em forma de cremes, de dietas, de revistas, de um sonho.

Por isso, foca-te em TI. Qualquer imagem que te faça sentir inferior, desmotivada ou como lixo, apaga-a. Deixa de seguir esses corpos nas redes sociais e deita fora essas revistas. Essas imagens não são reais. São sempre o highlight de alguém e muitas delas não são sustentáveis. Mesmo que essa pessoa não publique as fotos para te desmotivar ou fazer-te sentir self conscious, deixa de seguir ou coloca em mute. Não te compares. Repete comigo: Não te compares.

Para compreenderes melhor onde toda esta cultura nociva de corpo perfeito chegou e como te veres livre dela, podes aprender mais neste artigo.

Corpo “fit” mas não saudável

Eu própria já caí na armadilha de querer ter um corpo fit. É insustentável. Senti-me bem durante 1 verão e para sair daquela mentalidade demorei anos. Anos de desrespeito pessoal, de frustração de adiar VIVER e sentir. Não caias nessa! Vê aqui como superei tudo isto.

Passo 3: Sê a tua melhor amiga

O que dizes afeta imensamente como te sentes e aquilo que fazes. Não digas algo que não dirias à tua melhor amiga ou a alguém próximo. Identifica os pensamentos negativos e torna-os em algo positivo. Procura a aceitação e a compreensão. Se calhar queres perder peso porque tens usado a comida para lidar com certos sentimentos e isso faz com que te sintas desconfortável na tua pele.

Ou talvez, numa busca por um corpo mais seco, desrespeitaste de tal forma os seus sinais fisiológicos de fome e os seus níveis de energia que te sentes presa no teu corpo. Parte de um lugar de compreensão, de escuta interna, de aceitação e não de um de julgamento de incapacidade ou inferioridade. Julgamento, repugna, medo fazem com que queiras começar uma nova dieta e que o ciclo vicioso se repita.

Se pensas que do dia para a noite vais começar a amar o teu corpo, estás enganada. Além de demorar algum tempo, o sentimento não vai ser linear, pelo que vão haver dias mais fáceis que outros. Se fosse fácil, qualquer pessoa era capaz de o fazer de forma autónoma e automática. Por isso, partilho contigo algo que faço e ensino às minhas clientes: parte de um lugar de aceitação e não de julgamento, até a aceitação ser intrínseca e o amor próprio se fazer sentir.

O passo final

Experimenta e vai partilhando comigo como te tens sentido e em que passo tens sentido mais dificuldade!

Há imensas mulheres que têm dificuldade com isto e isso é completamente normal. Aprender a respeitar o teu corpo é um passo fundamental para acabar com o drama das dietas e viver livremente. Para isso criei o meu Acompanhamento de Alimentação Intuitiva que te vai ajudar em todo este processo de libertação e aceitação!

Eu já o fiz, as minhas clientes já o fizeram, agora é a tua vez!

Lembra-te: somos fantásticas. E NUNCA desistas de TI!

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